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Esse é um conto que escrevi no ensino médio, repleto de afeto e carinho. Nele, há lindas memórias que retratam a infância de uma criança sendo simplesmente criança. Como muitas crianças latinas, cresci rodeado pela família, pelos primos e por uma matriarca sábia e amorosa. Espero que gostem: Era fim de tarde, talvez fossem 17h, não tinha certeza, não sabia ver as horas em relógio de ponteiro. Se bem que eu sabia que era sábado, não porque tinha verificado no calendário — não fazia isso nas férias. Eu sabia que era sábado porque estava indo ver minha vó, a matriarca da nossa família, que criou os filhos e netos sozinha. Eu estava vestindo uma camisa branca do Saint Seiya dos Cavaleiros do Zodíaco, bermuda camuflada, papete do Guga que tinha uma pequena bússola no canto — caso eu entrasse em um bosque ou me perdesse em um deserto pudesse voltar para casa — e, no pulso, uma pulseira do Max Steel que eu tinha certeza de que era um comunicador intergaláctico. Enquanto Nicole, minha irmã...

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